Apresente-se com Personalidade, Prezi
A palavra da vez é Inovação!
Todo mundo quer supreender, inovar, mudar, chocar e assim… Bom, ganhar a conta!
E o que me pergunto sempre é: Ok, vamos surpreender, inovar na estratégia, fazer algo que a concorrência do nosso cliente em potencial ainda não pensou… E pra isso… Vamos apresentar o que? Uma linda apresentação de… PowerPoint?
Certos momentos devemos virar a mesa, é o que chamamos de quebra de paradigma. E, em plena Era da Inteligência, talvez o mais indicado não seja sair da caixa? Tentar algo que surpreenda eficazmente? Já pensou que a desordem pode ser o melhor modo de organizar as coisas?
Blablabla Blablabla Blablabla, e daí?
Bem, certas coisas são difíceis de se explicar em texto, afinal, eis aqui uma forma bem “quadrada” de se expressar, não é mesmo? Então, que tal um exemplo?
Semana passada, montei uma apresentação fictícia de um plano estratégico para uma campanha de redes sociais, com foco em Facebook, para a Levi’s Store. Nada sério, apenas um trabalho de pós-graduação. Mas o “nada sério” tomou peso maior, ganhou destaque entre os demais e não por ser uma superestratégia original, respondendo a questão de ‘O QUE FAZER?”. Os dois diferenciais que impulsionaram a apresentação responderam a pergunta “COMO FAZER?”.
O que surpreende quando você tem 15 minutos para conquistar o cliente é uma ideia objetiva e um visual bem programado, ou seja, tenha certeza do que você está oferecendo e tenha um bom design aplicado às novas tecnologias. E agora sim, chegamos ao ponto!
Veja a apresentação abaixo:
Ok! É disso que estou falando. Sem querer me gabar, afinal, não é criação minha, não inventei a ferramenta que promove tudo isso, mas o caro leitor precisa concordar que há uma grande diferença entre ser levado por uma câmera que te vasculha um espaço e te revela situações, conceitos e propostas e uma apresentação de PowerPoint.
Não! Também não estou dizendo que o PPT deve ser abandonado. Quem lida com comunicação sabe que, antes de escolher as ferramentas e definir linha de criação, é necessário analisar o público-alvo. Pense em como seria apresentar algo que gira, vai e volta zoom in e out para uma audiência de idosos… Pois é, não é o ideal, e neste caso, dê preferência ao bom e velho PPT, ou ao Keynote…
Mas se precisa de uma ferramenta arrojada, que brilhe aos olhos e temos boa prática em composição, experimente o Prezi! E se for difícil, vale a pena fazer um curso que una Prezi + Estratégia + Composição. Vale a pena, estudar estes três elementos, mas sim, OS TRÊS JUNTOS, fuja de curso que te ensine a mexer na ferramenta apenas ou vai dizer que é uma imagem vale mais do que mil palavras”, pois o destque vem da sua personalidade e não apenas do ferramental. Um curso de 3 horas que te promete muito, dá no mesmo de você estudar um fim de semana, pense em algo que acrescente e não que te dê um certificado que não atesta nada concreto!
#FICADICA
Só estes loucos sabem
Ainda chocada com a perda de mais um criativo revolucionário, não resisto e cá vai mais um post com meu olhar para Steve Jobs…
Ontem perdemos um mentor, um grande líder, criativo, marketeiro, visionário, gênio e inspirador para os apaixonados por tecnologia, qualidade, inovação e, claro, pela Apple! Para uns, considerado um oportunista e arrogante, para os defensores, um artista do mundo moderno, um idealizador com pés no chão…
Mas o que se pode afirmar com propriedade é que o mundo perdeu Steve Jobs: um criador de sonhos! Sonhos para crianças, adolescentes e adultos, que se encantam e se permitem envolver, interagir com tudo aquilo que a Apple produz. Mas foi além, apara todo este público também criou a sua fantástica fábrica de sonhos animados, que chamou Pixar e hoje integra o sonho Disney, após uma venda por cerca de 7 bilhões de dólares.
Neste meio de sonhos, surpresas, interatividade, tecnologias e portabilidade de tudo o que fluía do gênio pensante Steve Jobs, pergunta-se ao mundo: E agora? Quem irá nos surpreender? O que a Apple é capaz de fazer sem Jobs? Será que seus aprendizes captaram o suficiente da genialidade deu seu fundador para dar continuidade à empresa mais valiosa e inconcebível do mundo? Ou devemos nos preocupar com a saúde da maçã, já mordida pela ausência de Steve no meio dos anos 1990?
Apple, Apple… é… Será que ainda vamos te amar como antes, sendo assim, apenas uma empresa sem seu popstar, o cara que engaja multidões e faz de sua tecnologia mais do que a Apple, mas a Apple de Steve Jobs?
Amando ou odiando Jobs, é preciso admitir sua genialidade, poder de persuasão, seu espetáculo de criatividade e apresentação, sensibilidade ao material irreal e brilho que sua estrela sempre teve e hoje brilha em outro plano, vencido pelo maior concorrente dos seus sonhos: um câncer, o único a vencer o homem que fez sua guerra com identidade, que foi criticado, despedido, recontratado, fez milagre e promoveu o renascer da Fênix do Vale do Silício, a Apple.
Enfim, resta agradecer ao criador destas necessidades não vitais, mas imprescindíveis que este homem fez surgir na sociedade mundial e que me permite hoje escrever este blog e permite a você, caro leitor, ler cada uma destas linhas. Agradecer ao cara que movimentou o mundo da tecnologia, acreditou em suas loucuras, insanidades quando todos disseram que nunca ninguém ia querer ter um computador em casa, um telefone sem tecla e menos um telefone que não liga… Pois sim, hoje não somos nada sem um computador por perto e logo não viveremos sem nossos smartphones (e muitos já não vivem).
E que bom que o destemido Jobs não acreditou em nada disso. Aliás, que bom que os gênios são loucos e acreditam em si e transformam suas traquinagens e sandices em arte pura, funcional ou visual, mas que completam e transformam indústrias e sociedades e permitem aos medíocres o prazer da evolução. Assim, como dito no primeiro post sobre Jobs: Viva aos Gênios como Jobs… Jacksons… Einsteins… E tantos outros! … Um aplauso em silêncio, em respeito ao luto que a tecnologia sente nestes tempos!… E nos bastemos ao respeito a eles, pois a verdadeira valia destes impérios, descobertas e realizações, provavelmente, só estes loucos sabem…
O que é comunidade em rede?
A corrida tecnológica deu ao termo comunidade um duplo sentido. O primeiro refere-se à definição tradicional, que engloba pessoas próximas, que vivem e compartilham experiências geolocais e de forma presencial, tendo como exemplo clássico as comunidades que se estruturam no em torno da fé, sendo acolhidas por uma igreja.
Contudo, na Era da Inteligência, vivenciando, aprendendo e experimentando a vida dupla e glocalizada que o ambiente virtual nos proporciona, foi atribuída às comunidades um novo conceito que ressalta a importância de agrupamento de pessoas com interesses em comum, porém glocalizadas, ou seja, vivendo fisicamente em espaços longínquos, contudo próximas virtualmente e compartilhando informações, conhecimento, descobertas, histórias, sentimentos, admirações e solidariedade dentro de um espaço comum à todos, à parte da geolocalização, o cyberspace.
Todavia, a Internet proporcionou o expandir dos horizontes, a aproximação dos mundos e realidades e no ápice desta dilatação e das facilidades que dela absorvemos, o homem mais do que socializado, hoje busca a intimidade, o resguardo e, apropriando-se da comodidade da Web, ele procura seus afins também por geolocalização, construindo comunidades, dando conselhos por onde passa, registrando este compartilhamento e lutando pela visibilidade local-virtual, intensificando sua vida dupla, sem deixar de ser glocal.
Como? Por meio de plataformas geolocais, evidenciada com a ascensão do Foursquare que, dentro diversas funções, age intimamente nesta aproximação da antiga vizinhança do mercado do bairro, dos frequentadores de um mesmo restaurante, academia etc.
Então temos a evolução da comunidade, que quando se firma em rede digital, ganha o mundo e hoje evolui minimiando, focando em assuntos cada vez mais específicos com base na construção do conhecimento colaborativo, ansiando a evolução do saber, do partilhar, promover e conhecer além da semântica da comunidade, mas também o outro que dela participa.
Exemplos claros de comunidades expandidas são as de desenvolvedores de CMS, como WordPress, (plataforma base deste blog, por exemplo), desenvolvedores Joomla!, defensores Apple e fãs de Coca-Cola, que não precisam compartilhar da mesma sociedade, viver a mesma realidade ou experimentar a mesma cultura, bastando que tenho como afinidade comum a identidade com um desses rótulos.
Enquanto nas comunidades locais-virtuais, é necessário que esta vivência presencial seja real para que a interação aconteça, pois é requisito que se conheça locais, pontos comerciais, turísticos, é necessário um glocalização cultural, ou seja, que se conheça o local para uma interação e assimilação de conteúdo gerado virtualmente.




